Cuiabá,

sexta-feira, 19

de 

abril

 de 

2024
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Cuiabá vence de novo e conquista título inédito!!!

Pela terceira vez em sua história, o Cuiabá está na Copa do Brasil. Venceu o Operário por 2×1 na tarde desta quarta-feira no Estádio Presidente Dutra e conquistou o título da Copa Mato Grosso – o seu primeiro, após dois vice-campeonatos. Vai representar o Estado na competição nacional ao lado do União, atual campeão mato-grossense. A conquista premia o trabalho organizado e estruturado do Dourado, que terminou o jogo com dez e um jogador de linha no gol.


Sabendo que precisava vencer, e bem, o técnico Eder Taques mudou e ousou na escalação do Operário. Além das estréias do meia Odil e do atacante Jeanzinho, lançou Eder Belém na lateral-direita, Merica na zaga e colocou Euclides na meia-esquerda. O Cuiabá, que chegava ao título até com uma derrota, manteve o estilo que vinha dando certo, sem inventar.


E o jogo começou como se esperava. O Operário buscando o ataque, tentando pressionar, com velocidade. O Cuiabá mais cauteloso, sem pressa. Depois de uma ou duas boas chegadas até a área do adversário, o Tricolor diminuiu o ritmo e o jogo ficou praticamente igual.


Aos 14 minutos, um susto: Marquinhos e Natanael se chocaram, de cabeça. Caídos, desacordados por alguns instantes, foram imediatamente atendidos. Marquinhos voltou para o jogo, mas Natanael foi substituído: Taques então ousou um pouco mais, colocando o atacante Paulinho e puxando Euclides da meia para a lateral-esquerda.


Um minuto depois, Mauro, que substituía o suspenso Jean, se contundiu e para o seu lugar o técnico Ary Marques colocou João Cleber.


Nada que mudasse muito o ritmo do jogo, que continuou com o Operário querendo mais jogo, por circunstâncias óbvias, e o Cuiabá esperando um erro do adversário, mas sempre saindo para o ataque com muita confiança. E assim foi até o final do primeiro tempo, sem gols.


Veio o segundo tempo e logo aos 12 minutos uma ducha d’água fria definitiva nas pretensões do Operário: cruzamento na área e, de cabeça, o zagueiro Alex Mineiro manda pra rede. Cuiabá 1 x 0. O Operário passava a precisar de um quase milagre – fazer três gols para levar a disputa do título para os pênaltis.


O gol não mudou muito o ritmo do jogo, que continuou sonolento, bem diferente da partida acirrada do primeiro confronto decisivo. Demonstrando abatimento, o Chicote não conseguia reagir, enquanto que o Cuiabá mantinha uma atuação segura.


E assim foi até os 28 minutos quando Tito foi derrubado na área pelo goleiro Veloso: pênalti e goleiro expulso. Como já tinha feito as três substituições permitidas, o técnico Ary Marques foi obrigado a colocar um jogador de linha no gol e o escolhido foi o garoto João Cléber.


Odil cobrou o pênalti e deixou tudo igual – 1×1. Para o Operário, era a chance de começar um ‘novo jogo’. Com um a mais e jogando contra um goleiro que não é goleiro, o Tricolor entrava no jogo de novo e via renascer suas esperanças.


Mas, as dificuldades contra a boa marcação do Cuiabá continuavam. E aos 39 minutos os próprios operarianos trataram de decidir o jogo. Em favor do adversário: numa trapalhada espetacular, Euclides recuou a bola de cabeça, sem olhar a posição do goleiro e marcou contra – Cuiabá 2 x 1 Operário. Dourado campeão! Operário vice, assim como aconteceu no Estadual deste ano.


Os times:


Operário – Everton Perereca; Eder Belém (Bento), Merica, Kal e Natanael (Paulinho); Lê, Jamba, Odil e Euclides; Jeanzinho (Celinho) e Tito.


Cuiabá – Veloso; Marquinhos, Reinaldo, Alex Mineiro e Bruno Marques; Natan, Mauro (João Cleber), Bogé e Ferraz; Paulinho Marília (John Lennon) e Paulo Sérgio (Moreno).


Árbitro – Wagner Reway.


Expulsão – Veloso.


* Com informações da Rádio Cultura de Cuiabá

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