O presidente da Federação Mato-grossense de Futsal (FMFS), Pedro Verão, presidiu três assembleias, nesta terça-feira (31.03), na sede administrativa da Confederação Brasileira de Futsal (CBFS), para tratar das contas de 2014 da CBFS, da eleição dos novos dirigentes e da solenidade de posse. A posição de destaque dada ao representante mato-grossense é reflexo do empenho despendido pela atual diretoria da federação na promoção do futsal.

Durante a segunda Assembleia Geral Extraordinária (AGE) do dia, presidida por Pedro Verão, foi eleito o novo presidente da CBFS, Marcos Antônio Madeira, com a presença de 23 federações. O novo presidente ficará à frente da entidade pelo próximo quadriênio e junto às federações definirá os rumos da entidade máxima do futsal brasileiro. Na ocasião, o presidente da FMFS frisou sobre a importância da união nesse momento de mudanças.

“Espero que o passado seja uma página virada. E que os objetivos para com o futsal, de engrandecer e fomentar, sejam uma meta de todos. Temos que entender que não temos mais grupos. Somos uma unidade em um só corpo. Em busca de um único fim. O dia 31 de março de 2015 marca um novo tempo. Uma nova história para o futsal e CBFS”, avaliou Pedro Verão.

O presidente da Federação de Futebol de Salão de Mato Grosso do Sul (FFSMS), Mauro Augusto Ferrari, também discursou. Ele disse que acredita na união da nova diretoria com as federações. E completou falando que essa postura irá alçar o futsal para um patamar elevado.

“Acredito no futsal com essa união entre as federações. Também com a nova proposta do novo presidente, o Marcos Madeira. Acredito que a partir de então o futsal irá alavancar para um propósito maior. Vamos sair do marasmo que estávamos. E que essa nova diretoria consiga alcançar os objetivos, levar por novos rumos e conquistar novos patrocinadores. Eu acredito que com essa nova situação isso possa acontecer”, finalizou Mauro Ferrari.

A primeira assembleia do dia foi referente às contas do ano de 2014, que foram aprovadas pelo relatório da auditoria externa e pelo conselho fiscal.

Por: Junior Martins