Foto: Seleção Brasileira está na final do Universíade de Futebol em Nápoles - Arquivo Pessoal


A seleção brasileira universitária de futebol entrou para história no Universíade de Verão, em Nápoles, na Itália, que é o campeonato mundial de futebol entre seleções acadêmicas sub-25. O Brasil chegou pela primeira vez na final da principal competição universitária do planeta, na 30ª edição. O melhor resultado foi bronze em 2011.

A equipe de futebol brasileira é comandada pelo técnico Ariel Mamede, goiano que se destacou com o vice-campeonato do Campeonato Mato-grossense 2019 à frente do Clube Esportivo Operário Várzea-grandense, perdendo apenas para o Cuiabá, atual força do estado.

Juntamente com o técnico e o elenco, estão jogadores que fizeram parte dessa campanha que garantiu as vagas na Série D e na Copa do Brasil de 2020 para o tricolor, como o cuiabano Léo Gharib, além do goleiro Gabriel e o meia-atacante Alex Alcântara.

Na primeira fase, o Brasil empatou em 1 a 1 com a França e venceu a África do Sul por 3 a 0, garantindo o primeiro lugar. Nas quartas de final, o Brasil eliminou a Ucrânia, com vitória por 2 a 1, e na semifinal, venceu a Rússia, também por 2 a 1.

Na final, o Brasil enfrentará o Japão, que eliminou a Itália, nos pênaltis. A seleção japonesa é formada pelos atletas olímpicos e mais cinco jogadores que estavam na disputa da Copa América no Brasil.

A decisão será no próximo sábado(13), às 15 horas de Mato Grosso, com transmissão ao vivo pela ESPN 2.

Ao todo são 127 países e aproximadamente seis mil atletas em Nápoles para a disputa da Universíade, divididos em 18 modalidades: atletismo, basquete, esgrima, futebol, ginástica artística, ginástica rítmica, judô, natação, polo aquático, rugby 7, saltos ornamentais, taekwondo, tênis, tênis de mesa, tiro com arco, tiro esportivo, vela e vôlei.

 

Por: Pedro Lima / da Redação


Comissão técnica brasileira - Arquivo pessoal

Seleção Brasileira Universitária - Arquivo Pessoal

Seleção Brasileira Universitária - Arquivo Pessoal

Técnico Ariel Mamede, que foi vice-campeão mato-grossense pelo CEOV - Arquivo Pessoal