Olhar Esportivo - União obtém vitória importante no TJD
Foto:Assessoria União Esporte Clube


 O União E.C obteve importante vitória ‘fora dos gramados’ nesta quarta-feira (18). A Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso (TJD-MT) pediu o arquivamento da denúncia que Clube Esportivo Dom Bosco, Cacerense Esporte Clube e Mixto Esporte Clube sustentavam contra o Colorado.

Os adversários diretos do União na disputa pela última vaga na Copa do Brasil pediam a perda de nove pontos da equipe rondonopolitana pela escalação de seis atletas não-profissionais com menos de 20 anos nas duas primeiras rodadas da Copa FMF, em afronta ao regulamento que permite no máximo cinco.

O time perderia três pontos por partida, mais a pontuação conquistada nos jogos, ou seja, três pontos na derrota por 2 a 1 para o próprio Dom Bosco e seis da vitória por 3 a 1 sobre o Luverdense, no Passo das Emas.

O Dom Bosco, um dos três denunciantes, está praticamente classificado para as semifinais da competição. Mixto e Cacerense, no entanto, são adversários diretos do União. O Alvinegro e o Colorado inclusive se enfrentam daqui a 10 dias, na Arena Pantanal.

 “Por todo o narrado a Procuradoria Geral do Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso, com fulcro no que disciplina os §1º e §3º do art. 74 do CBJD, determina o ARQUIVAMENTO da Notícia de Infração trazida pelos clubes CACERENSE ESPORTE CLUBE LTDA, CLUBE ESPORTIVO DOM BOSCO e MIXTO ESPORTE CLUBE em face do UNIÃO ESPORTE CLUBE” diz o trecho principal da decisão do procurador Marco Aurélio Barbosa.

O procurador geral do TJD-MT explica que o pedido de punição ao União por Dom Bosco, Mixto e Cacerense, foi embasado no Art. 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), mas o fato do União ter relacionado seis atletas não profissionais em duas partidas não se enquadra neste artigo (ver imagens abaixo).

Ainda não é definitivo

O presidente do TJD-MT, Jorge Miraglia, pode requerer análise do processo por outro procurador antes de arquivar a "notícia de infração".

Por: Thiago Mattos


Confira a explicação da procuradoria