As pessoas podem através da palpação do pulso arterial ou da sensação dos batimentos cardíacos, observar que ambos estão lentos. Isto pode ser um alerta de que você está acometido de Bradicardia, que é o ritmo cardíaco lento, com menos de 60 batidas por minuto.

Esta condição clínica faz com que seu coração não consiga bombear sangue rico em oxigênio suficiente para o seu corpo mesmo em repouso ou durante qualquer atividade física que desenvolva. Isto porque o coração não consegue elevar a frequência cardíaca de modo eficiente para atender as necessidades metabólicas do organismo.

Mas o que fazer? Primeiro observar o ritmo do seu coração e sintomas associados como: tonturas; pressão baixa; cansaço e fraqueza; dor no peito; confusão mental e esquecimento (idosos).

As causas mais comuns das bradicardias são: defeito cardíaco hereditário; certas doenças ou medicamentos para o coração; processo de envelhecimento natural; tecido cicatrizado pós- ataque cardíaco.

Todas podem causar alterações no Nódulo sinusal (marcapasso natural) ou dificuldade de condução dos estímulos das câmaras superiores(átrios) para inferiores (ventrículos) ocasionando os chamados bloqueio átrio-ventriculares.

Estas situações clínicas avaliadas pelo cardiologista, podem ser identificadas através de exames complementares como: Eletrocardiograma (ECG), ECG em exercício ou teste de estresse, Monitor Holter (ECG de 24 a 72 horas), Teste de inclinação ortostática, Estudo de Eletrofisiológico; afim de confirmar o diagnóstico e recomendar o melhor tratamento seja através de medicamentos adequados ou através de implante de marcapasso cardíaco.

Por isso é importante sempre ficar atento aos sintomas e passar por um check up anualmente com um cardiologista para saber como anda o ritmo do seu coração.