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2024
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Barrichello acha impossível um piloto bater no muro para favorecer o outro

      Brasileiro lamenta a polêmica envolvendo a Renault no GP de Cingapura de 2008, mas diz que, na época, achou estranha a manobra de Nelsinho Piquet.
      

A investigação sobre as denúncias contra a Renault por uma suposta ordem de Flavio Briatore para Nelsinho Piquet bater para ajudar Fernando Alonso, seu companheiro, no GP de Cingapura de 2008 continua a render polêmica. Rubens Barrichello, que organizou um evento de kart para os jornalistas em São Paulo na terça-feira, disse que acha difícil alguém dar uma ordem para um piloto bater em uma corrida. Mas ele também afirmou que, na época, achou muito estranha a manobra.

– É muito difícil falar. É muito ruim para a Fórmula 1. Alguém está querendo a cabeça do Briatore, não é uma coisa que acontece normalmente. Até que me provem, vou achar impossível alguém ter de tocar o carro no muro para que alguém da equipe ganhe. Lembro bem do acidente, ele bateu uma volta que o Alonso ia parar. Na época, achei estranho, mas depois passou. Se for comprovado, é muito feio e merece uma punição – disse Barrichello.

O brasileiro disse que não é impossível sofrer um acidente com os carros de hoje, ainda mais em uma pista de rua, muito ondulada e à noite. O GP de Cingapura de 2008 foi a primeira corrida noturna da Fórmula 1.

– Não é bater no ponto certo, mas bater. Hoje em dia, é muito fácil bater com os carros de Fórmula 1, ainda mais em uma pista de rua, ondulada, à noite. Mas premeditado, aquela coisa de que ficou acertado a curva… Eu vejo uma situação bem difícil, bem complicada. Mas eu acho que a verdade possa vir à tona. Desta vez a gente tem todas as gravações de rádio. Indo buscar, talvez possa existir a verdade.

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