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2021
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Mais que a defesa segura e o entrosamento do time de Mano Menezes, a história de Ronaldo em jogos d

Mais que a defesa segura e o entrosamento do time de Mano Menezes, a história de Ronaldo em jogos decisivos talvez seja o que mais encanta e tranquiliza os torcedores corintianos para as partidas finais do Campeonato Paulista contra o Santos.

O Fenômeno tem desempenho quase sobrenatural nas decisões, sejam elas em clubes ou na seleção brasileira. Aos 32 anos, Ronaldo marcou 13 gols em 13 finais que disputou por Cruzeiro, PSV, Barcelona, Inter de Milão, Real Madrid e Brasil. E somente em quatro ocasiões ele não balançou as redes do rival.

Títulos em decisões de um jogo só ou mata-mata, como a que começa no próximo domingo, Ronaldo conquistou dez. Na conta não entram conquistas de torneios nacionais, como o Holandês e o Espanhol, disputados em sistema de pontos corridos.

Os jogos contra o Santos pelo Paulistão serão a primeira final que Ronaldo disputará em seis anos. A última havia sido em 2003, pelo Real Madrid, na Supercopa da Espanha diante do Mallorca. Depois de passar em branco no primeiro jogo da decisão (derrota por 2 a 1), Ronaldo brilhou no segundo duelo e marcou um dos 3 gols da vitória dos merengues, que foi campeão.

“Ele faz diferença não só em campo. Faz diferença também com as palavras, a vivência que tem. O Ronaldo ganhou muitos títulos ao redor do mundo, tem uma carreira vencedora, é uma grande experiência para passar para nós”, diz André Santos.

A primeira grande atuação do Fenômeno numa final foi em 1996, quando já defendia o Barcelona. Ele marcou dois gols no primeiro jogo da decisão da Supercopa da Espanha contra o Atlético de Madrid (5 a 2). Ainda pelo Barça, o Fenômeno decidiu a final da Recopa contra o PSG, da França, ao marcar o único gol da vitória em 1997.

Se no Mundial de 1998 sua participação na decisão ficou marcada pelo episódio na final contra a França (ele teve uma convulsão no hotel momentos antes do jogo, e o Brasil perdeu por 3 a 0), na Copa de 2002 o Fenômeno ratificou sua fama de artilheiro nas decisões. Ele foi o artilheiro da Copa com oito gols, marcando dois na final contra a Alemanha.

Ainda em 2002, Fenômeno deixou sua marca na decisão do Mundial de Clubes defendendo o Real Madrid. Ele fez um gol na vitória de 2 a 0 sobre o Olímpia, do Paraguai. “Só o Ronaldo não basta ao Corinthians”, costuma dizer Mano Menezes. É verdade, mas sem dúvida só a sua presença em campo já é um bom sinal para o time vencer o Santos nessa inédita decisão de Campeonato Paulista em mata-mata envolvendo os dois rivais.

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