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terça-feira, 30

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novembro

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2021
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Mancini não revela o time para jogo

 técnico Vágner Mancini compareceu à homenagem que o Santos prestou ao presidente de honra da Fifa, João Havelange, mas evitou conversar com os jornalistas e disse que estava proibido de dar entrevistas nesta segunda-feira. “Amanhã (hoje) eu falo com vocês”, prometeu o treinador. Após o treino no período da tarde, ele vai anunciar quais os jogadores serão poupados do jogo contra o CSA, amanhã à noite, na Vila Belmiro, pela Copa do Brasil.

Como o resultado do jogo de ida, em Maceió, foi empate por 0 a 0, para passar à s oitavas-de-final o Santos precisa vencer. Se houver empate sem gols, a vaga será decidida em cobrança de pênaltis, e empate com gols dá a vaga nas oitavas-de-final ao CSA.

Depois da classificação com a segunda vitória seguida contra o Palmeiras, no sábado, no Palestra Itália, os jogadores santistas foram liberados no domingo e só voltaram ao trabalho na tarde de ontem. Dos titulares, apenas Fábio Costa treinou em campo. Os demais jogadores que atuaram no sábado fizeram hidroginástica e exercícios regenerativos.

Para o zagueiro Fabiano Eller, foi importante o Santos conseguir manter o seu mando na decisão do Campeonato Paulista para a Vila Belmiro. “O ideal seria a gente fazer o segundo jogo na Vila Belmiro, mas o que importa é que teremos a chance de reverter a vantagem no domingo.”

Ele acha que Ronaldo poderá fazer a diferença na decisão e não acredita que ele irá entrar em provocação e receber o terceiro cartão, ficando de fora da segunda partida. “Seria bom que ele tomasse, mas como sabe que a decisão terá o segundo jogo não vai cair em provocação. Além disso, Ronaldo é um jogador tranquilo, que não cria confusão. São as pessoas que criam confusão com ele”, finalizou.

Quer briga – A briga entre Domingos e Diego Souza ainda não acabou – pelo menos para o zagueiro santista, que ontem disse que não é covarde e desafiou o meia palmeirense para um acerto de contas. “Não iria brigar em treino ou em estádio, de onde tiro o sustento da minha família, mas fora de campo sou uma pessoal normal. Não sou covarde e se ele quiser é só marcar hora e local e aí podemos resolver. Não tenho medo de ninguém”, desafiou Domingos.

Com a expulsão no jogo de sábado, Domingos está fora da primeira partida das finais do Paulistão contra o Corinthians, domingo, na Vila Belmiro. Sua esperança é não ser denunciado pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo, para ser escalado na finalíssima do dia 3 de maio, no Pacaembu, e parar Ronaldo.

“Se o técnico me pedir para marcar individualmente Ronaldo, não vejo problema. Sabemos que ele é um grande jogador, mas na disputa de um título é preciso chegar junto”, avisou o jogo. Ele disse que a ordem que recebeu de Mancini para marcar Diego Souza “em cima” não foi a primeira vez que um técnico pediu para que ele desempenhasse esse papel. “Em 2006, Vanderlei Luxemburgo me pediu e não deixei Tevez andar”.

Do seu currículo ainda constam a participação nas Batalha dos Aflitos, quando jogava pelo Grêmio, na segunda divisão do Brasileiro, sob o comando de Mano Menezes, e a provocação contra Adriano, que resultou na expulsão de ambos no clássico contra o São Paulo, no Paulistão de 2008.

Sobre o incidente com Diego Souza, a versão de Domingos é que Mancini o preparou durante a semana passada inteira para a eventualidade de ter que marcar individualmente o meia. “Quando entrei em campo fui para onde ele estava. Se estivesse ao lado do Marcos (goleiro) eu também iria lá. Ele olhou para trás e me perguntou o que eu queria. Respondi que não queria nada, mas em momento algum eu o agredi. O juiz me expulsou porque se desse o amarelo para os dois, só Diego seria mandado para fora”, explicou o zagueiro.

Domingos justificou o fato de ter ficado no chão após levar uma rasteira de Diego. “Estava indo para o vestiário e depois de ser atingido, senti falta de ar. Mas não iria reagir para não me complicar. Fui inteligente. Não posso brigar no lugar de onde tiro o sustento da minha família”, repetiu o defensor santista.

O zagueiro também fez questão de dizer que não recebeu orientação para bater em Diego Souza e nem para irritá-lo para provocar a sua expulsão. “Apenas me pediu para marcar Diego Souza em cima. Quem me conhece sabe que não sou jogador violento Apenas marco duro, em cima. Nunca ninguém me viu dando pontapé em adversário. Como eu estava no banco, fiquei prestando a atenção no jeito dele (Diego Souza) jogar para saber o que fazer quando entrasse. Mas nem deu tempo”, completou.

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